Sugestões para Catequese

Sugestões para Catequese
Paróquia São João Batista (Macaé/RJ)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Roda, roda catequética

Recebi uma proposta da Catequista Sueli para trabalhar com o jogo Roda, roda... do Silvio Santos, fiz uma modificação na roda e levei para os catequizandos no Sábado antes do Congresso de Adolescentes (Domingo), as perguntas são bíblicas e assim fizemos um encontro bem diferente com direito a "revisão da matéria" (kkkk)
Em resumo, ganhamos a Gincana Bíblica no dia do Congresso!
Não tirei fotos da atividade com o roda, roda... Esqueci a máquina!
Levei esta proposta para os meus alunos da Escola Teológica Redemptoris Matter....
Foi um sucesso!
Confiram nas fotos!



Com relação ao estímulo, independe da idade.....
Fizemos uma atividade super - divertida!
Fica aqui a proposta!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

I Congresso de Adolescentes / 2011

O congresso foi abençoado!
Houve a parceria das Pastorais da Catequese, Adolescente (Conceição de Macabu - Paróquia Nossa Senhora a Conceição) e Juventude.
Quem não foi perdeu uma grande oportunidade de viver vários momentos...
Através das fotos vocês irão ver o dia super agradável com  jovens que formaram tribos e souberam que podemos ser santos, mesmo usando calças jeans, dançando, cantando, brincando.......














sábado, 10 de setembro de 2011

PROMOÇÃO BLOG JONATHAN CRUZ

Uma ideia abençoada do menino Jonathan (Gostaram??????), entre no blog e conheçam este menino!

http://blogjonathancruz.blogspot.com/p/votacao.html

E eu não poderia ficar de fora, aproveito e peço.......

VOTEM EM GI GERMANO!

domingo, 4 de setembro de 2011

Selinho Deus te abençoe




Pode pegar este selinho e colocar em seu blog!

Convite de Padre Gleison


Padre Gleison esteve visitando a Catequese, isto é muito bom!
Ontem ele fez dois convites:

  1. Curso de Formação de Coroinhas na paróquia
ORAÇÃO DO COROINHA

Jesus, estamos aqui nos valendo
de sua permissão “deixai vir a mim as crianças”. 
Desperta em nós um carinho
e um respeito cada vez maior pela liturgia de sua igreja.
Que possamos através de nosso serviço
despertar nas pessoas o amor
que tu mereces na sagrada eucaristia.
Alimenta-nos com tua palavra
para que possamos ajudá-lo
a transformar nossa sociedade,
e assim, seguindo seus ensinamentos,
celebrarmos dignamente
os mistérios da salvação
que deixastes para nós. Amém!

Encontrei um endereço muito bem para formar coroinhas: http://www.coroinhascst.com.br/arquivos_29.html

Na Perseverança em que estou temos 03, Deus abençoe eles!










    2. Formação do Coral Infanto-Juvenil:Em breve!

A prática do canto coral propicia o desenvolvimento do raciocínio lógico. Cantar em conjunto, demanda do corista, equilíbrio emocional; relacionamento social; desenvolvimento da percepção auditiva e acuidade do controle vocal.
Além de ser muito divertido!

Juri Simulado sobre Bullying

Ministro aulas na Escola Teológica Redemptoris Matter (Macaé/RJ), e fiz uma proposta aos alunos, ele teriam que montar uma oficina fictícia com um determinado tema.
Depois que iniciaram o trabalho comuniquei que eu aplicaria numa escola do maternal ao 5º ano e na Catequese com a Perseverança a oficina.
A primeira etapa já fiz!
Peguei o trabalho dos alunos da escola teológica e ontem fiz com a Perseverança!

Oficina: Qual é meu irmão? Fala sério!




Tema: Bullying

Objetivos:
Trabalhar com os alunos de forma a conceituar o problema;
Trabalhar fatos reais acontecidos para identificar causas e efeitos do Bullying
Mobilizar os alunos a identificar e combater o preconceito, a violência e a covardia.

Duração: Semestral

Local (no caso): Paróquia Santo Antônio (Macaé/RJ)

Metodologia:
Elaborar campanha de combate ao Bullying através de

  • músicas,




  • dramatizações,




  • debates,




  • material de divulgação,




  • juri simulado,




  • concurso de redação e poesias,




  • mímica,




  • fantoche e marionete.




  • Sugestões de temas:
    Respeito, responsabilidade, liberdade, solidariedade, amizade, paz, justiça, união, honestidade e felicidade

    Propaganda e marketing:
    • Elabração de cartaz da Oficina, criação de Blogs, FACE;
    • Lançamento da Campanha com convidados;
    • Avaliação mensal da Campanha.
    Como foi o primeiro encontro tive que fazer algumas adptações, como por exemplo, provocar o diálogo sobre o tema..... E então surgiu uma história fictícia sobre Pedro, um menino que sofria algumas humilhações na escola por parte de alguns alunos que eram liderados por Joaquim e João. O caso tomou uma proporção que parou em um Juri simulado.

    Júri simulado

    Objetivo:
    Debater o tema, levando os participantes a tomar um posicionamento; exercitar a expressão e o raciocínio; amadurecer o senso crítico.

    Participantes:

    Juiz: dirige e coordena as intervenções e o andamento do júri.

    Jurados: ouvirão todo o processo e no final das exposições, declaram o vencedor, estabelecendo a pena ou indenização a se cumprir.

    Advogados de defesa: defendem o “réu” (ou assunto) e respondem às acusações feitas pelos promotores.

    Promotores (advogados de acusação): devem acusar o “réu” (ou assunto), a fim de condená-lo.

    Testemunhas: falam a favor ou contra o acusado, pondo em evidência as contradições e argumentando junto com os promotores ou advogados de defesa.


    Descrição da dinâmica:

    1. Divide-se os participantes, ficando em números iguais os dois grupos - todos os participantes (exceto o juiz e os jurados) podem ser testemunhas.

    2. Os promotores devem acusar o Neoliberalismo, a partir da realidade concreta da comunidade/bairro - município. Definir o Neoliberalismo como causa do desemprego, da fome, da violência e da miséria em que vive a maioria da população.

    3. Os advogados defendem o Neoliberalismo. Defini-lo como sistema que respeita a liberdade individual, que promove a livre iniciativa e que desperta a criatividade e o espírito de competição em favor do bem de todos.

    4. As testemunhas devem colaborar nas discussões, havendo um revezamento entre a acusação e a defesa, sendo que os advogados podem interrogar a testemunha “adversária”.

    5. Terminado o tempo das discussões e argumentações dos dois lados, os jurados devem decidir sobre a sentença. Cada jurado deve argumentar, justificando sua decisão.

    6. Avaliação e comentários de todos sobre o assunto discutido.
    *Obs.: é importante fixar bem o tema, bem como os fatos que serão matéria do julgamento. Para isso poderá haver uma combinação anterior com todas as partes, preparando com antecedência, os argumentos a serem apresentados.




    Os jovens seguiram as regras da dinâmica.
    A questão ficou "complicada" quando uma das testemunhas se confundiu e acabou prejudicando o Pedro levando-o a condenação! O Juiz foi muito obsevador nas perguntas e respostas feitas.
    O advogado de acusação comemorou, porque João e Joaquim não eram culpados.....
    Enquanto tudo acontecia percebi algumas situações....
    1. Uma pessoa do Corpo de juradas, falou que se venderia;
    2. Houve tentativas de suborno com o Juiz;
    3. Mentiras na hora de testemunhar....
    No final fomos pontuando cada situação e o que causaria uma condenação injusta!

    Pontos positivos da oficina:
    • Todos queriam saber detalhes da história ficticia;
    • Cada parte pocurou fazer o seu papel;
    • Relataram situações verídicas que acontecem nas escolas;
    • Opinaram sobre o tema.
    Ponto negativo da oficina:
    • Falta de tempo;
    Para completar esta oficina uma palestra acontecerá a todos que desejarem saber mais sobre este assunto, os alunos da Escola Teológica, na pessoa da aluna Vera entrou em contato com um palestrante (Marcelo (SEMED - Secretaria de Educação de Macaé).



    Enquanto estávamos nesta dinâmica tivemos a presença de nosso Padre Gleison...
    Agora, já é outra história!




    Fiquem com Deus!

    Formação de Catequistas com Padre Luiz Correia


    Ontem foi um momento muito especial com o Padre Luiz Correia, todo mês temos um momento de estudo com o nosso pároco Padre Gleison, ontem não foi diferente, sendo que o estudo foi direcionado pelo Padre Luiz Correia que falou sobre:

    CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA
    DEI VERBUM SOBRE A REVELAÇÃO DIVINA

    PROÉMIO

    Intenção do Concílio
    1. O sagrado Concilio, ouvindo religiosamente a Palavra de Deus proclamando-a com confiança, faz suas as palavras de S. João: «anunciamo-vos a vida eterna, que estava junto do Pai e nos apareceu: anunciamo-vos o que vimos e ouvimos, para que também vós vivais em comunhão connosco, e a nossa comunhão seja com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo" (1 Jo. 1, 2-3). Por isso, segundo os Concílios Tridentino e Vaticano I, entende propor a genuína doutrina sobre a Revelação divina e a sua transmissão, para que o mundo inteiro, ouvindo, acredite na mensagem da salvação, acreditando espere, e esperando ame (1).
      
    CAPÍTULO I
    A REVELAÇÃO EM SI MESMA

    Natureza e objecto da revelação
    2. Aprouve a Deus. na sua bondade e sabedoria, revelar-se a Si mesmo e dar a conhecer o mistério da sua vontade (cfr. Ef. 1,9), segundo o qual os homens, por meio de Cristo, Verbo encarnado, têm acesso ao Pai no Espírito Santo e se tornam participantes da natureza divina (cfr. Ef. 2,18; 2 Ped. 1,4). Em virtude desta revelação, Deus invisível (cfr. Col. 1,15; 1 Tim. 1,17), na riqueza do seu amor fala aos homens como amigos (cfr. Ex. 33, 11; Jo. 15,1415) e convive com eles (cfr. Bar. 3,38), para os convidar e admitir à comunhão com Ele. Esta «economia» da revelação realiza-se por meio de acções e palavras ìntimamente relacionadas entre si, de tal maneira que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido. Porém, a verdade profunda tanto a respeito de Deus como a respeito da salvação dos homens, manifesta-se-nos, por esta revelação, em Cristo, que é, simultâneamente, o mediador e a plenitude de toda a revelação (2).
    Preparação da revelação evangélica
    3. Deus, criando e conservando todas as coisas pelo Verbo (cfr. Jo. 1,3), oferece aos homens um testemunho perene de Si mesmo na criação (cfr. Rom. 1, 1-20) e, além disso, decidindo abrir o caminho da salvação sobrenatural, manifestou-se a Si mesmo, desde o princípio, aos nossos primeiros pais. Depois da sua queda, com a promessa de redenção, deu-lhes a esperança da salvação (cfr. Gén. 3,15), e cuidou contìnuamente do género humano, para dar a vida eterna a todos aqueles que, perseverando na prática das boas obras, procuram a salvação (cfr. Rom. 2, 6-7). No devido tempo chamou Abraão, para fazer dele pai dum grande povo (cfr. Gén. 12,2), povo que, depois dos patriarcas, ele instruiu, por meio de Moisés e dos profetas, para que o reconhecessem como único Deus vivo e verdadeiro, pai providente e juiz justo, e para que esperassem o Salvador prometido; assim preparou Deus através dos tempos o caminho ao Evangelho

    Consumação e plenitude da revelação em Cristo
    4. Depois de ter falado muitas vezes e de muitos modos pelos profetas, falou-nos Deus nestes nossos dias, que são os últimos, através de Seu Filho (Heb. 1, 1-2). Com efeito, enviou o Seu Filho, isto é, o Verbo eterno, que ilumina todos os homens, para habitar entre os homens e manifestar-lhes a vida íntima de Deus (cfr. Jo. 1, 1-18). Jesus Cristo, Verbo feito carne, enviado «como homem para os homens» (3), «fala, portanto, as palavras de Deus» (Jo. 3,34) e consuma a obra de salvação que o Pai lhe mandou realizar (cfr. Jo. 5,36; 17,4). Por isso, Ele, vê-lo a Ele é ver o Pai (cfr. Jo. 14,9), com toda a sua presença e manifestação da sua pessoa, com palavras e obras, sinais e milagres, e sobretudo com a sua morte e gloriosa ressurreição, enfim, com o envio do Espírito de verdade, completa totalmente e confirma com o testemunho divino a revelação, a saber, que Deus está connosco para nos libertar das trevas do pecado e da morte e para nos ressuscitar para a vida eterna.
    Portanto, a economia cristã, como nova e definitiva aliança, jamais passará, e não se há-de esperar nenhuma outra revelação pública antes da gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo (cfr. 1 Tim. 6,14; Tit. 2,13).
    Aceitação da revelação pela fé
    5. A Deus que revela é devida a «obediência da fé» (Rom. 16,26; cfr. Rom. 1,5; 2 Cor. 10, 5-6); pela fé, o homem entrega-se total e livremente a Deus oferecendo «a Deus revelador o obséquio pleno da inteligência e da vontade» (4) e prestando voluntário assentimento à Sua revelação. Para prestar esta adesão da fé, são necessários a prévia e concomitante ajuda da graça divina e os interiores auxílios do Espírito Santo, o qual move e converte a Deus o coração, abre os olhos do entendimento, e dá «a todos a suavidade em aceitar e crer a verdade» (5). Para que a compreensão da revelação seja sempre mais profunda, o mesmo Espírito Santo aperfeiçoa sem cessar a fé mediante os seus dons
    Necessidade da revelação
    6. Pela revelação divina quis Deus manifestar e comunicar-se a Si mesmo e os decretos eternos da Sua vontade a respeito da salvação dos homens, «para os fazer participar dos bens divinos, que superam absolutamente a capacidade da inteligência humana»(6).
    O sagrado Concílio professa que Deus, princípio e fim de todas as coisas, se pode conhecer com certeza pela luz natural da razão a partir das criaturas» (cfr. Rom. 1,20); mas ensina também que deve atribuir-se à Sua revelação «poderem todos os homens conhecer com facilidade, firme certeza e sem mistura de erro aquilo que nas coisas divinas não é inacessível à razão humana, mesmo na presente condição do género humano».



    Livro do Êxodo (15,22)


    O Livro do Êxodo conta o começo da história de Israel, falando sobre o povo escolhido que anseia em chegar à terra prometida. Os acontecimentos do Êxodo são fundamentais para a reflexão teológica de Israel, pois fala de um povo que está a caminho e essa caminhada deve ser sempre recordada.

    O estudo nos motiva a descobrir os passos da caminhada a ser percorrida por nós que somos hoje o Povo de Deus fazendo a nossa travessia sem esquecer o quê nos impulsiona a manter vivo o desejo de experimentar a presença de Deus que nos ama, ilumina e guia nossos passos nas travessias pelos caminhos da vida.

    A nossa caminhada é junto com a comunidade partilhando vida e fé,suscitando ações solidárias. A temática do ‘caminho’ está presente em toda Bíblia, basta ler a PALAVRA e PRATICAR!



    Hora de refletir:
    • Quem sou eu?
    • Quem é Deus?
    • Quem é Jesus?
    • Como eu faço este caminho para chegar a Deus?
    • Qual é o caminho para chegar a Deus?
    " O Deus invísivel fala aos amigos como amigo, com amor!"


    Alguns pontos foram comentados para que possamos pesquisar sobre o assunto:
    1. São Jerônimo
    2. Santo Agostinho: "liberdade"
    Dia 04 de Setembro, é o aniversário do Padre Luiz Correia, que Deus esteja presente em sua vida em todos os momentos. Que ele tenha muitos anos de vida e possa continuar orientados as ovelhas que passam pela sua vida!

    Vamos rezar uma Ave-Maria?


    claudiopcampos