Sugestões para Catequese

Sugestões para Catequese
Paróquia São João Batista (Macaé/RJ)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Feltro na Catequese

Gosto de pesquisar novidades com feltro na INTERNET, encontrei alguns modelos muito "fofos", e então não resisti, algumas vezes copio, outras vezes faço modificações e muitas vezes gosto de criar!
Aceito encomendas pelo e-mail: emgigermano@gmail.com




Fiz alguns marcadores de páginas com anjinhos, estou finalizando!

O painel abaixo pode ser clocado na porta ou parede! Eu recebi as palavrinhas abaixo com a imagem de uma luva, eu adaptei para o painel, só não enviaram o autor e o site de onde foi retirado, quem souber me avise, por favor!

""Deus mandou o sol brilhar,

cair a chuva,
abrir a flor,
manda os pássaros gorjear
e tudo assim se fez.
Deus mandou o capim crescer,
os vegetais frutificar,
belos rios fez correr
e tudo assim se fez"


Panô/Painel (Adaptação de uma luva)


Que tal contar a história sobre a origem do Coelhinho da Páscoa?

Coelhinho - Surpresa


A história sobre a vida de Santo Antônio é muito bonita!
Use o dedoche!





O tercinho para os momentos de orações!



Aproveitem!

Campanha da Fraternidade 2011

Fraternidade e Vida no Planeta




A cada dia que passa nos aproximamos mais e mais da Quaresma, palavra originada do latim que significa quadragésima, neste período dos quarenta dias que antecedem a festa ápice de todo o cristianismo que é a ressurreição de Jesus Cristo, que vence as trevas com sua morte e traz salvação ao povo com sua ressurreição, a Igreja Católica nos convida à conversão para celebrarmos dignamente a vitória da vida sobre a morte.

É neste período que a Igreja no Brasil representada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), coloca em prática a Campanha da Fraternidade (CF), surgida no ano de 1964, com o objetivo geral de despertar a solidariedade de seus fiéis e de toda a sociedade em relação a um problema concreto que envolve toda a nação, buscando uma solução para o mesmo.

Neste ano de 2011, a Campanha da Fraternidade nos propõe o tema “Fraternidade de Vida no Planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto” retirado da carta de São Paulo aos romanos no capítulo 8, versículo 22. Com este tema, bastante sugestivo e que se encaixa no nosso cotidiano, a CF 2011 vem nos trazer o seu objetivo em que “reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, conforme destacou o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa em uma entrevista coletiva concedida justamente para a apresentação dos materiais que serão utilizados neste ano para a ampla difusão do conteúdo ao Brasil.

Dessa forma, o Portal da Capela São José, vendo a necessidade de divulgar estes materiais que auxiliarão para a difusão da evangelização à serviço da vida do planeta, disponibiliza abaixo o download destes materiais.

Materiais da Campanha da Fraternidade 2011

CD Campanha da Fraternidade 2011






Este CD apresenta o hino da Campanha da Fraternidade 2011. O lançamento do álbum é da gravadora PAULUS. O CD está enriquecido com mais oito faixas inéditas para as celebrações quaresmais do ano A, além de outros cantos do Hinário Litúrgico da CNBB. Confira as faixas deste CD:

01. Hino da Campanha da Fraternidade 2011
02. Converter ao Evangelho
03. Fala assim meu coração
04. Lembra, Senhor, o teu amor
05. Senhor, servo de Deus
06. Piedade, ó Senhor
07. Glória e louvor a vós, ó Cristo
08. Volta o teu olhar, Senhor
09. Nós vivemos de toda Palavra
10. Este é meu filho muito amado
11. Reconciliai-vos com Deus
12. Se conhecesses o dom de Deus
13. Dizei aos cativos: Saí!
14. Eu vim para que todos tenham vida
15. Hosana ao Filho de Davi
16. Elegia pela terra ferida
17. Hino da Campanha da Fraternidade 2011 (Playback)

Hino da Campanha da Fraternidade 2011

A letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2011 já havia sido escolhida através de concurso realizado, de setembro a dezembro de 2009. Agora foi escolhida a música. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu mais de 80 músicas e a escolha foi feita por uma equipe formada por profissionais da área liturgico-musical e homologada pelos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep).
 
 
Cartaz da Campanha da Fraternidade 2011
 




O cartaz possui dois planos. Ao fundo observa-se uma fábrica que solta fumaça, poluindo e degradando o ambiente, deixando o céu plúmbeo, intoxicado e acinzentado.

A figura do rio com a água escurecida e suja representa também a parte natural sendo devastada, influenciando no aparecimento das enchentes e no aumento do nível do mar, ações estas provocadas pelo ato errado do homem.

Em contraste a isso, vemos em primeiro plano uma mureta, onde em meio à devastação ainda existe vida. Nela, um pequeno broto e um cipreste (hera), com suas raízes incrustadas, criando um microecossistema, ainda insistem em viver mesmo diante de um cenário áspero. Sendo, portanto, referência ao lema: "A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).

Apesar de todo o sofrimento que a criação enfrenta ao longo dos tempos, de todos os seus 'gritos de dor' – a vida rompe barreiras e nos mostra que ainda existe esperança, representada pela borboleta, que mesmo com uma vida curta, cumpre o seu importante papel no ciclo natural do planeta.


Texto-base da Campanha da Fraternidade 2011




Quaresma é tempo de escuta da Palavra, de oração, de jejum e da prática da caridade como caminho de conversão, tendo como horizonte a celebração do Mistério Pascal de nosso Senhor Jesus Cristo.

E somos convidados a aproveitar esse tempo de graça, valorizando os canais pelos quais esta se comunica: a oração, a participação nos sacramentos da penitência e da eucaristia, as práticas devocionais deste período, de modo especial a Via Sacra e o Santo Rosário. No mundo em que vivemos, somos diariamente interpelados por tantos rostos sofredores, que clamam por nossa solidariedade.

A Igreja samaritana não pode passar adiante, na presença de tantos irmãos e irmãs que dela esperam acolhida fraterna, ombro amigo, mãos generosas, que os ajude em sua caminhada para o Pai.

A Campanha da Fraternidade é um excelente auxílio para bem vivermos a Quaresma. Com sua metodologia característica do Ver – Julgar – Agir, baseada, a cada ano, num Tema e num Lema, a Campanha da Fraternidade nos oferece uma ótima oportunidade para superarmos qualquer dicotomia entre fé e vida.

Este ano, a CNBB propõe que todas as pessoas de boa vontade olhem para a natureza e percebam como as mãos humanas estão contribuindo para o fenômeno do aquecimento global e as mudanças climáticas, com sérias ameaças para a vida em geral, e a vida humana em especial, sobretudo a dos mais pobres e vulneráveis.

É nesse contexto que a CNBB propõe para 2011, a Campanha da Fraternidade com o tema “Fraternidade e a vida no planeta”, e como lema “A criação geme em dores de parto (Rm 8,22)”. Na medida em que cada cristão ou cristã for capaz de vivenciar seriamente o próprio batismo, sua conversão diária não será mais mera questão de retórica, mas será uma dimensão permanente em sua vida.

Que o Senhor da Vida nos abençoe a todos em nossa caminhada quaresmal, e mais ainda, em nossa marcha diuturna, na direção do Reino que nos foi preparado antes da fundação do mundo (cf. Ef 1). Associados à morte de Cristo pelo Batismo, nós o seremos, também, na sua ressurreição. E Deus será tudo em todos.





ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011





Senhor Deus, nosso Pai e Criador

A beleza do universo revela a vossa grandeza,

A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,

E o eterno amor que tendes por todos nós.

Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,

E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.

A beleza está sendo mudada em devastação,

E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.

Que nesta quaresma nos convertamos

E vejamos que a criação geme em dores de parto,

Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,

Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.

E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,

Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,

Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,

O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.

Amém.



Com todos os materiais acima disponibilizados basta partir para a evangelização!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Smilingüido - O Mundo Que Deus Criou




 

A CRIAÇÃO DO MUNDO

A Criação do Mundo

História – A Criação do Mundo
Agora, mais uma vez, preste muita atenção. Então lhe contarei também como Deus fez tudo que existe.
Há muito, muito tempo, Deus criou o céu e a terra. No céu -tudo já era lindo, e claro, e alegre. Lá morava Deus com todos os anjos. E os anjos cantavam divinamente.
Mas na terra ainda não morava ninguém. Ali ainda não era lindo. Ali fazia frio, e era quieto e escuro, muito escuro. E toda a terra ainda estava coberta de água.
Então Deus pensou assim: "Quero embelezar a terra também".
Ele disse: "Que se faça luz!"
E houve luz porque Deus o ordenou. O que Deus diz, isto já se realiza.
Mas quando veio a noite, a terra ficou novamente na escuridão. Isso era preciso mesmo, pois à noite sempre escurece.
E Deus disse: "Quando é claro, então é dia; e quando é escuro, então é noite."
E assim passou-se o primeiro dia.
No segundo dia, Deus continuou seu trabalho.
Ele disse: "Sobre a terra deverá resplandecer um céu azul!"
E logo se fez assim: Via-se então muitas nuvens brancas balançando-se no céu azul. Era lindo de se ver.
Então anoiteceu outra vez. Passou-se também o segundo dia.
A terra toda ainda estava coberta de água. Mas no terceiro dia, Deus secou uma grande parte da terra. De lá Ele afastou toda a água. E Deus disse: "A parte seca é a terra, e a água é o mar."
Então Deus fez crescer de tudo na parte seca: capim, flores e árvores. As flores tinham um perfume agradável e floresciam tão belas! As árvores balançavam-se ao sopro do vento.
Sim, como a terra estava ficando linda agora!
Mas no quarto dia ficou tudo mais bonito ainda. Porque agora Deus fez o sol. Este aparecia de manhã no céu, subia mais e mais e esquentava a terra. As flores voltavam-se para a luz clara e tornaram-se muito mais bonitas. Quando começou a anoitecer, o sol foi descendo, e finalmente desapareceu.
Mas não ficou mais tão escuro, pois agora a lua estava no céu. Deus também já a tinha feito. E as estrelas brilhantes também.
Deus disse: "0 sol deverá sempre brilhar durante o dia, e a lua, à noite."
E assim se fez.
Então chegou o quinto dia.
E você sabe o que Deus criou então?
Os peixes e os pássaros.
Os peixes brincavam na água, e os pássaros cantavam nas árvores. Era como se quisessem mostrar a Deus como se alegravam.
Deus ensinou os pássaros a fazer seus ninhos. Ele disse: "Agora vocês devem por ovos e chocá-los, então sairão novos pássaros. Assim haverá sempre mais pássaros na terra."
E assim, passou-se o quinto dia.
No sexto dia, Deus criou o que de mais belo existe.
Primeiramente, todos os animais: os cavalos e o gado, os carneiros e os coelhos, o grande elefante e minúsculo ratinho. Eles todos foram feitos por Deus.
Aí Deus disse: "Agora Eu quero fazer um homem. Um homem semelhante a Mim".
E Deus fez o primeiro homem e chamou-o Adão.
E Deus disse: "Adão, você vai ser o senhor de tudo que Eu fiz: dos peixes, das aves e de todos os animais. Todos devem obedecer-lhe, e você deve obedecer a Mim."
Isto Adão compreendeu bem.
Então havia passado também o sexto dia.
No sétimo dia, Deus descansou de seu trabalho. Pois a terra estava pronta.
Deus abençoou este dia.
E daí em diante, todos os homens deveriam descansar de seu trabalho no sétimo dia.
Não existe nada no mundo que Deus não tenha feito.
E no mundo inteiro não existe uma criança da qual Deus não cuide.
Você quer sempre se lembrar disso?

Oração final: Senhor, meu bondoso Deus, tu que criaste o mundo, pensando em dar uma boa vida para nós, ajuda-nos a não destruirmos o nosso mundo. Muito obrigado por este presente. Amém,
Sugestões de atividades:
1. Você pode reforçar que o 7° dia foi o dia de descanso e pedir às crianças que desenhem o que pode ser feito no domingo;
2. Você pode sugerir às crianças que façam um painel (seja com desenhos, pintura ou colagem) a respeito da criação do mundo, ou seja, colocando tudo o que foi criado por Deus;
3. A terceira sugestão é a atividade que está na próxima abaixo. Peça às crianças para desenharem o que foi feito por Deus a cada dia nos espaõs vazios correspondentes.

A CRIAÇÃO DO MUNDONo Primeiro dia - Deus separou o céu, a terra e o mar
No Segundo dia - Deus fez o dia e a noite
No terceiro dia, Deus fez as plantas
No quarto dia, Deus fez os 2 grandes luzeiros
No quinto dia, Deus fez os animais do céu e do mar
No sexto dia, Deus fez os animais da terra e os seres humanos
No sétimo dia Ele descansou
Fonte: http://criancaevang.blogspot.com/
 
 
Dinâmica sobre: A Criação do Mundo
 















O coordenador pede que todos fechem os olhos ( ver a possibilidade de colocar um fundo musical) bem suave em quanto todos estão com os olhos fechados escutam o coordenador). Permaneçam com os olhos fechados só abram quando eu disser.
Percebam crianças, com os olhos fechados não enxergamos nada, apenas o escuro total não é mesmo? No início era assim nada existia e Deus resolveu fazer a sua CRIAÇÃO.
No 1º Dia Deus fez a lua e separou o dia da noite.
No 2º Dia Deus criou o céu e nuvens.
No 3º Dia Deus criou o mar, terra e plantas.
No 4º Dia Deus criou o sol, a lua e as estrelas.
No 5º Dia Deus criou os peixes e as aves.
No 6º Dia Deus criou todos os animais e as primeiras pessoas que chamou de Adão o homem e Eva a mulher.
No 7º Dia Deus descansou.
Agora podem abrir os olhos e vejam quantas coisas Deus criou. Olhe para você, olhe para seus amiguinhos ao seu lado, e vejam foi Deus quem criou.
Tudo o que existe no mundo foi criado por Deus. Foi Deus quem criou, o dia, a noite, o céu, as nuvens, o mar, a terra, as plantas, o sol e cada um de nós foi Deus quem fez.
Atividade: Dar os desenhos para as crianças colorirem e colocar em ordem no Painel Missionário.
 

Três Palavrinhas

Homenzinho Torto

Canção da Abelhinha (Cristina Mel)

Bíblia para Crianças: A Criação do Mundo (Antigo Testamento)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dinâmicas para 2011

Colocarei as fontes de onde copiarei as dinâmicas!

 

Dinâmica do amigo orante...

Objetivos:
Estimular a oração pelo irmão; Observar e conhecer melhor o colega da catequese.
Faixa etária: Todas.
Essa dinâmica foi uma criança que me ensinou, ela me contou que toda semana a catequista dela a fazia. Vamos aprender!
- Escreva os nomes dos catequizandos em papéis, como se fosse para um sorteio de amigo oculto.
- Realize um sorteio, cada catequizando vai ler e guardar o seu papelzinho mantendo segredo de quem sorteou.
- Os catequizandos devem observar a pessoa sorteada ( é também uma forma de prestar atenção ao outro e se aproximar do mesmo);
- Ao final do encontro o catequista lembra que eles serão o amigo orante de quem eles sortearam, que é importante rezarmos uns pelos outros, mas que durante a semana inteira cada um é mais responsável por quem sorteou.

Sugestões:
A cada semana os amigos orantes podem se revelar no encontro com um abraço e realizarem sempre um novo sorteio. A catequista pode estimular os catequizandos a trazerem mensagens ou um cartões para o amigo orante sorteado.
Um semana repleta da divina misericórida a todos vocês!
Beijos, Clécia!
Fontes:
http://www.catequesecaminhando.blogspot.com/ e http://imaculadacintra.blogspot.com






Valores familiares


Objetivo: Identificar valores e mensagens transmitidos pela família.


Materiais necessários: Ficha de trabalho e lápis.


Desenvolvimento:
1. Grupo em círculo, sentado.
2. Distribuir ficha de trabalho e lápis, pedindo que respondam individualmente às questões contidas na ficha.
3. Dividir o grupo em cinco subgrupos. Cada subgrupo fica responsável por uma das questões da ficha de trabalho.
4. Solicitar a cada subgrupo que discuta as respostas individuais à questão que lhe coube, registrando os pontos comuns. Tempo.
5. Cada subgrupo apresenta suas observações.
6. Plenário - comentar os pontos de discussão:
* Que valores são especialmente importantes para a sua família?
* O que lhe chamou a atenção de tudo o que ouviu?
* Como se sente em relação à diversidade de valores do grupo?
7. Fechamento: o facilitador ressalta para o grupo que os valores que possuímos influenciam nossas atitudes, decisões e comportamentos. Nenhum ser humano vive sem um núcleo de princípios interiores que orientem sua interpretação do mundo, dando sentido e direção para sua vida.


Ficha de trabalho:
O que sua família pensa sobre:
1. Ter bom desempenho na escola?
2. Participar de grupos sociais, grêmio estudantil...?
3. Ter um emprego?
4. Ter relações sexuais?
5.Ter religião?
6. Respeitar as leis?


Fonte: Projeto Adolescência Criativa Olodum
Dinâmica publicada na edição nº 372, Novembro de 2006, página 15.





Força do trabalho em equipe


Objetivo: Interagir com o grupo e refletir os problemas em grupo.


Desenvolvimento: Entregar 1 (um) balão para cada membro do grupo, ao som de uma música. Todos os participantes ficam ao centro do círculo e começam a jogar os balões para cima. O animador vai pedindo aos participantes que sentem e os demais não podem deixar os balões cair.


Conclusão: Quando os problemas são muitos e somos só um, sentimos mais dificuldades para resolver. Com o trabalho em equipe os problemas se resolvem mais rápido.


Colaboração enviada por: Maria Célia Andrade da Silva, Castelo do Piauí, PI.

Dinâmicas retiradas do site: http://www.sempretops.com/diversos







Dinâmica: “da Historinha”
Objetivo: Treinar a memorização e atenção.

Procedimento: Todos devem estar posicionados em círculo de forma que todos possam se ver.
O organizador da dinâmica deve ter em mãos um objeto pequeno e direcionando a todos deve começar a história dizendo: Isto é um ….. (Ex. cavalo). Em seguida deve passar o objeto à pessoa ao seu lado que deverá acrescentar mais uma palavra a história sempre repetindo tudo o que já foi dito. (Ex. Isto é um cavalo de vestido…), e assim sucessivamente até que alguém erre a ordem da história pagando assim uma prenda a escolha do grupo.
Cria-se cada história engraçada… É bem divertido, aproveitem.




Dinâmica: “Recital das Almas Gêmeas”
Objetivo: É uma atividade muito divertida, que tem como objetivo a descontração e a aproximação entre os membros do grupo.
Material: papel e caneta
Procedimento: Divide-se a turma em duas equipes. Em papeis serão escritas mensagens que se completam (perguntas e respostas ou parte 1 e parte 2). Cada participante deverá pegar um papel, ou mais conforme a quantidade de papeis e participantes, sem deixar que seus colegas vejam o que está escrito. A mensagem será ex: 1 – ‘eu sou um jardim sem flor’, 2- ‘ eu sou a flor do teu jardim’. A segunda parte complementa a primeira. É importante que as mensagem sejam criativas e engraçadas. É preciso demarcar quais são as primeiras partes, para que sejam recitadas primeiramente, sendo completadas pela sua respectiva segunda parte.


Dinâmica: “Para quem você tira o chapéu”
Objetivo: Estimular a autoestima
Materiais: um chapéu e um espelho
O espelho deve estar colado no fundo do chapéu.
Procedimento: O animador escolhe uma pessoa do grupo e pergunta se ela tira o chapéu para a pessoa que ver e o porquê, sem dizer o nome da pessoa. Pode ser feito em qualquer tamanho de grupo e o animador deve fingir que trocou a foto do chapéu antes de chamar o próximo participante. Fizemos com um grupo de idosos e alguns chegaram a se emocionar depois de dizer suas qualidades. Espero que gostem!


 




Quanto tempo eu tenho


Objetivo: Provocar a saíde de si mesmo (desinibição) e conhecimento do outro.

Material: Som com música alegre, caixa de fósforos, um cartaz ou fichas - nomes, de onde é, de que mais gosta, uma alegria, uma tristeza etc. (Pode-se criar outras conforme o objetivo proposto).

Desenvolvimento:

1. Todos, em círculo, o facilitador distribui um palito de fósforo, não usado. As fichas devem estar em lugar visível (pode ser no centro do círculo).

2. Pedir a um participante que risque o fósforo. Enquanto o fósforo estiver aceso, vai se apresentando, falando de si.

3. Cuidar para que ele fale só o tempo em que o fósforo estiver aceso. Caso alguém não consiga, o facilitador, poderá usá-lo para que os outros façam perguntas (pessoais) como numa entrevista.

4. Outra variante é fazer com que os participantes conversem em dupla e depois utilizem o fósforo para falar o que conhece do companheiro.

5. Usar a dinâmica para perguntar: que significa amizade ou ainda, para revisar qualquer disciplina.

Discussão: Conseguimos expressar os pontos mais importantes na nossa apresentação? Como me senti? É fácil falar de nós mesmos? O que significa um fósforo aceso? (marcando tempo) O que significa o fogo? (iluminando).

Resultado esperado: Ter feito uma reflexão sobre o tempo que estamos na terra e o que podemos ser para os outros. A maneira como eu utilizo o fósforo é a nossa própria vida. Analisar todas as situações que aparecem durante a dinâmica.


Fonte: Ronildo Rocha, Catolé do Rocha, PB.
Endereço eletrônico:
ronildorocha@yahoo.com.br


Dinâmica do coração


Objetivo: conhecer o outro e dar-se a conhecer, abrindo espaço para que cada um se apresente; buscando, com essa apresentação, maior intimidade entre os elementos do grupo; partilhando sentimentos, ideais, realizações, desejos e frustrações.

Ambiente: adequado para preservar a privacidade do grupo e permitir a acomodação de todos os participantes.

Material: folhas de papel sulfite e canetas hidrocor ou giz-de-cera para todos os participantes.

Desenvolvimento:

1) Entrega-se uma folha de papel sulfite a cada participante, que deverá desenhar um coração grande e escrever seu nome fora do coração. O coração deverá ser dividido em quatro partes.

2) Na primeira parte do coração, fazer um símbolo que relate um fato importante realizado por sua família (o maior acontecimento). Na segunda parte, desenhar sua maior realização pessoal. Na terceira parte, escrever a coisa mais importante que você pretende realizar nos próximos dois anos. Na quarta parte do coração, escrever, enfim, a maior decepção de sua vida.

3) Todos os participantes deverão pôr sua folha com o trabalho realizado no centro do círculo, compartilhando os resultados. Caso sintam necessidade, poderão comentar ou perguntar algo a respeito das respostas de seus colegas. A pessoa abordada terá liberdade para responder ou não à questão levantada. Compartilhar sentimentos e descobertas com o grupo.
Fonte: adaptação do livro Recriando experiências, Instituto de Pastoral de Juventude - Leste II, Ed. Paulus.

Dinâmica publicada junto ao artigo "Quem sabe o que é o amor?" na edição nº 387, jornal Mundo Jovem, junho de 2008, página 15.

Tia Corina


Tia Corina



A professora Corina Ruiz, conhecida de Norte a Sul do Brasil como Tia Corina, além de contar histórias promovia a participação ativa das crianças mediante os gestos, nas Missas das Crianças.



O primeiro chamado para a contação de histórias aconteceu quando esteve em Juazeiro, Bahia, em Março de 1968, quando dava um curso "A arte de contar histórias" e "Folclore", o Bispo D. Tomaz, entusiasmado com os resultados do curso, convidou Tia Corina e sua equipe para contarem suas histórias na "Missa das Crianças, na catedral, com o objetivo de explicar o Evangelho.




Tia Corina, acreditem, não teve coragem e negou o pedido...
Então, no Rio o seminarista Maxlin Rodrigues ligou para Tia Corina e a pedido dele e de D. Maria Junqueira Schimidt aceitaram o convite de contar histórias nas Missas das Crianças dinamizando o entendimento sobre o Evangelho, desta vez, não teve como negar o CHAMADO.




Como Max não tinha sido ordenado, as crianças saiam da missa e se dirigiam para um salão para ouvir as histórias, com o passar do tempo veio a ordenação do Max, e então o Padre Max (Tio Max) achou por bem, celebrar a missa onde as crianças ouviam as histórias.




Na Missa das Crianças a introdução das histórias , dramatizações e o canto podem explicar o evangelho e com isso, as crianças, e até mesmo alguns adultos fixam sua mensagem.



Mobilização Cristã em Macaé: Região Serrana (Rio)



Para quem puder fazer um pouquinho, abaixo seguem os locais de arrecadação aqui em Macaé:


Um dos pontos de arrecadação é o 32º Batalhão de Polícia Militar de Macaé, que servirá como ponto de apoio para encaminhar os donativos.

As empresas de Macaé também se mobilizaram. A Lince Transportes estará com um container diariamente, até às 22h, no posto de combustíveis da Cancela Preta para recolher donativos e se dispôs levar as doações até Friburgo.

A Polícia Rodoviária Federal também está recebendo donativos em um posto que funciona durante 24h, montado no km 269 da BR-101, em Casimiro de Abreu.

9° Grupamento de Bombeiros Militar, na Rua Alfredo Backer, 290, no Centro de Macaé

A Secretaria de Ambiente também colocará uma tenda na Praça Veríssimo de Mello, das 10h às 17h, para arrecadar donativos na campanha “Ambiente Solidário”.

Sesi Macaé - Alameda Etelvino Gomes, 155 - Riviera Fluminense - Macaé.

Senai Macaé - Av. Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, 70 - Novo Cavaleiro - Macaé.

Shopping Plaza Macaé -
 
Paróquias / Igrejas (São João Batista, Santo Antônio, Paróquia São Paulo Apóstolo, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora da Glória.........);

Entrar em contato com os jovens do Clã Pioneiro do 95º Grupo Escoteiro José Passos de Souza Júnior (Macaé): Carlos Eduardo.: 22 9913-4329/ 2761-1287,Sthefany.: 22 9989-5528, Carolina.: 22 9719-0268;

Aqueles que preferirem fazer a doação em dinheiro, podem depositá-lo para Fundação Viva Rio que irá atender a todas as localidades atingidas e possui conta no Banco do Brasil, na agência 1769-8, conta-corrente 411396-9, telefones (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785 (informações retiradas do site da Globo.com).


O que doar?

.
Água mineral, roupas de qualquer tamanho (adulto e infantil), colchonetes, cobertores, alimentos não perecíveis, , material de higiene, etc.




"No amor ao próximo o pobre é rico; sem o amor ao próximo o rico é pobre." (Santo Agostinho)

Desde já agradeço e ...


sábado, 8 de janeiro de 2011

Dinâmicas

Irei postar neste espaço algumas dinâmicas que conheço e em algum momento coloquei em prática, espero que vocês gostem!




Dinâmicas

Conhecendo o grupo Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.
Participantes: 7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 20 minutos

Material: Lápis e papel para os integrantes.

Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.

Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:
* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;
* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;
* Outros.




Construção do boneco

Objetivo: Mostrar que tudo que é feito em equipe participativa fica mais bem-feito e melhor.
Participantes: Apenas 26 pessoas.

Tempo Estimado: 30 minutos.

Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.

Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em cada um.
O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Para isso, deverá trabalhar em um canto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.
O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte é a sua e nem mostrar (para que isto ocorra é recomendado que sentem longe um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:
1ª pessoa: cabeça.
2ª pessoa: orelha direita.
3ª pessoa: orelha esquerda.
4ª pessoa: pescoço.
5ª pessoa: corpo (tronco).
6ª pessoa: braço direito.
7ª pessoa: braço esquerdo.
8ª pessoa: mão direita.
9ª pessoa: mão esquerda.
10ª pessoa: perna direita.
11ª pessoa: perna esquerda.
12ª pessoa: pé direito.
13ª pessoa: pé esquerdo.
Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Os participantes do segundo grupo não poderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam em equipe.
Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.

Conseqüências:
A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;
A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanho desproporcionais.

Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e que conclusão tiraram disso tudo.




Chocolate

Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização.
Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.

Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).
A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão.
Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguir pode comer o chocolate.
A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma.
Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos, cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.

Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém.




As cores

Objetivo: A importância de ajudarmos aos outros.
Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.
Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.

Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.
O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.
O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.
E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.
Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.

Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.


Se precisar de  sugestões, basta postar um comentário ou enviar mensagem para os e-mails: emigermano@gmail.com ou emgigermano@hotmail.com .


Ano Litúrgico para Catequistas


ANO LITÚRGICO
O Ano Litúrgico é o tempo que marca as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não é como o ano civil, que começa em 1º de Janeiro e termina em 31 de dezembro, mas começa no 1º domingo do Advento (preparação para o Natal) e termina no último sábado do tempo comum, que é na véspera do 1º domingo do Advento. O ano litúrgico está dividido em grandes etapas chamada de ciclos.
CICLO DO NATAL
ADVENTO - Inicia-se o ano litúrgico. Compõe-se de 4 semanas. Começa 4 domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. Não é um tempo de festas, mas de alegria moderada e preparação com muita oração para receber Jesus.
INÍCIO: 4 domingos antes do Natal 
TÉRMINO: 24 de dezembro à tarde
ESPIRITUALIDADE: Esperança e purificação da vida 
ENSINAMENTO: Anúncio da vinda do Messias
COR: Roxa
NATAL - 25 de dezembro. É comemorado com muita alegria, pois é a festa do Nascimento do Salvador.
INÍCIO: 25 de dezembro
 TÉRMINO: Na festa do Batismo de Jesus
ESPIRITUALIDADE: Fé, alegria e acolhimento
ENSINAMENTO: O filho de Deus se fez Homem
COR: Branca

EPIFANIA: E celebrada no domingo seguinte ao natal e dura 3 semanas. É uma festa que lembra a manifestação de Jesus como Filho de Deus. No ciclo de Natal também são celebradas as festas da Apresentação do Senhor
TEMPO COMUM
1ª PARTE
INÍCIO:  2ª feira após o Batismo de Jesus
TÉRMINO:  Véspera da Quarta-feira das Cinzas
ESPIRITUALIDADE:  Esperança e escuta da Palavra
ENSINAMENTO:  Anúncio do Reino de Deus
COR:  Verde

* 1ª PARTE: Começa após o batismo de Jesus e acaba na terça antes da quarta-feira de Cinzas.
CICLO DA PÁSCOA
QUARESMA - Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da semana santa. Tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de 5 semanas em que nos preparamos para a Páscoa. Não se diz "Aleluia", nem se colocam flores na igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor. É um tempo de sacrifício e penitências, não de louvor.

INÍCIO:  Quarta-Feira das Cinzas
TÉRMINO:  Quarta-feira da Semana Santa
ESPIRITUALIDADE:  Penitência e conversão
ENSINAMENTO:  A misericórdia de Deus
COR:  Roxa
PÁSCOA - Começa com a ceia do Senhor na quinta-feira santa. Neste dia é celebrada a Instituição da Eucaristia e do sacerdote. Na sexta-feira celebra-se a paixão e morte de Jesus. É o único dia do ano que não tem missa. Acontece apenas uma Celebração da Palavra. No sábado acontece a solene Vigília Pascal. Forma-se então o Tríduo Pascal que prepara o ponto máximo da páscoa: o Domingo da Ressurreição. A Festa da Páscoa não se restringe ao Domingo da Ressurreição. Ela se estende até a Festa de Pentecostes.

INÍCIO:  Quinta-feira Santa (Tríduo Pascal)
TÉRMINO:  No Pentecostes
ESPIRITUALIDADE:  Alegria em Cristo Ressuscitado
ENSINAMENTO:  Ressurreição e vida eterna
COR:  Branca
PENTECOSTES: É celebrado 50 dias após a Páscoa. Jesus ressuscitado volta ao Pai e nos envia o Paráclito.
TEMPO COMUM
2ª PARTE
INÍCIO:  Segunda-feira após o Pentecostes
TÉRMINO:  Véspera do 1º Domingo do Advento
ESPIRITUALIDADE:  Vivência do Reino de Deus
ENSINAMENTO:  Os Cristãos são o sinal do Reino
COR:  Verde

* 2ª PARTE: Começa na segunda após Pentecostes e vai até o sábado anterior ao 1º Domingo do advento. Ao todo são 34 semanas. É um período sem grandes acontecimentos. É um tempo que nos mostra que Deus se fez presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança e acolhimento da Palavra de Deus.
"O Tempo comum não é tempo vazio. É tempo de a Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e nos trabalhos pelo Reino." (CNBB - Documento 43, 132)
O ano litúrgico se encerra com "A Festa de Cristo Rei".


Ano Litúrgico 2010/2011





Introdução
O Ano litúrgico é o período de doze meses, divididos em tempos litúrgicos, onde se celebram como memorial, os mistérios de Cristo, assim como a memória dos Santos.
O Ano Litúrgico constitui o calendário oficial da Igreja Católica Apostólica Romana, sendo adotado, normalmente, em todos os países católicos e também em alguns protestantes. O Ano Litúrgico ou Eclesiástico é o período do tempo que a Igreja Católica representa aos fiéis a obra da Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo. Durante o ano inteiro celebramos a vida de Cristo, desde a sua em Encarnação no seio da Virgem Maria, passando pelo seu Nascimento, Paixão, Morte, Ressurreição, até a sua Ascensão e a vinda do Espírito Santo. Mas enquanto civilmente se comemoram fatos passados que aconteceram uma vez e não acontecerão mais, (muito embora esses fatos influenciem a nossa vida até os dias de hoje), no Ano Litúrgico, além da comemoração, vivemos na atualidade, no dia-a-dia de nossas vidas, todos os aspectos da salvação operada por Cristo. A celebração dos acontecimentos da Salvação é atualizada, tornada presente na vida atual dos crentes. Essa comemoração se realiza por meio das épocas religiosas e festas que instituiu.
Por exemplo: no dia 7 de Setembro comemora-se o Dia da Independência do Brasil. Pois bem, esse fato aconteceu uma única vez na História do mundo. Já do ponto de vista religioso, no Ano Litúrgico, a cada Natal é Cristo que nasce no meio das famílias humanas, é Cristo que sofre e morre na cruz na Semana Santa, é Cristo que ressuscita na Páscoa, é Cristo que derrama o Espírito Santo sobre a Igreja no dia de Pentecostes. De forma que, ao fazermos memória das atitudes e dos fatos ocorridos com Jesus no passado, essas mesmas atitudes e fatos tornam-se presentes e atuantes, acontecem hoje, no aqui e agora da vida dos crentes.
É diferente do ano civil e comercial, que começa normalmente no dia 1º de janeiro. O início do Ano Litúrgico não está determinado por um dia fixo do ano civil; começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina com a última semana depois de Pentecostes.
Antes, porém, vale a pena lembrar que o Ano Litúrgico é composto de dias, e que esses dias são santificados pelas celebrações litúrgicas do povo de Deus, principalmente pelo Sacrifício Eucarístico e pela Liturgia das Horas. Por esses dias serem santificados, eles passam a ser denominados dias litúrgicos. A celebração do Domingo e das Solenidades, porém, começa com as Vésperas (na parte da tarde) do dia anterior.
Dentre os Dias Litúrgicos da semana, no primeiro dia, ou seja, no Domingo (Dia do Senhor), a Igreja celebra o Mistério Pascal de Jesus, obedecendo à tradição dos Apóstolos. Por esse motivo, o Domingo deve ser tido como o principal dia de festa.
Cada rito litúrgico da Igreja Católica tem o seu Calendário Litúrgico próprio, com mais ou menos diferenças em relação ao Calendário Litúrgico do Rito romano, o mais conhecido. No entanto, para todos os ritos litúrgicos é idêntico o significado do Ano litúrgico, assim como a existência dos diversos tempos litúrgicos e das principais festas litúrgicas.
A Igreja estabeleceu uma seqüência de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, nos domingos e nas solenidades, além de ter algumas que são fixas, como é o caso das leituras sobre as comemorações dos santos.
As leituras dos dias da semana, são divididas em Ano A, B e C. No "Ano A" temos as leituras do Evangelho de Mateus; no "Ano B", são as de Marcos e no "Ano C", são as de Lucas. Já o Evangelho de João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente para as grandes festas e solenidades. Nos dias da semana, temos leituras diferentes para os anos pares e para os anos ímpares. Deste modo que foi proposto pela Igreja, de três em três anos, se acompanharmos a liturgia diária, teremos lido quase toda a Bíblia.
Este Calendário Litúrgico oficial da Igreja tem leituras bíblicas apropriadas para as comemorações de cada santo em particular, perfazendo um total de 161 comemorações. Destas, apenas 10 têm leituras próprias. Aí também estão as 15 solenidades e 25 festas, com leituras obrigatórias, as 64 comemorações necessárias e 94 comemorações facultativas, com leituras opcionais. O Calendário apresenta também 44 leituras referentes à ressurreição de Jesus Cristo, além de diversas leituras para os Santos, Doutores da Igreja, Mártires, Virgens, Pastores e Nossa senhora.
O Ciclo Litúrgico Anual

Tempo do Advento

O Tempo do Advento possui dupla característica: sendo um tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que comemoramos a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também um tempo em que, por meio desta lembrança, voltam-se os corações para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos. Por esse duplo motivo, o Tempo do Advento se apresenta como um tempo de piedosa expectativa da vinda do Messias, além de se apresentar como um tempo de purificação de vida.
O Tempo do Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina no dia 25 de dezembro com a comemoração do nascimento de Cristo. É um tempo de festa, mas de alegria moderada.

Tempo do Natal

Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem.
O Tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da Epifania. No ciclo do Natal são celebradas as festas da “Apresentação do Senhor”, da “Sagrada Família”, de “Santa Maria Mãe de Deus” e do “Batismo de Jesus”.

Tempo da Quaresma

O Tempo da Quaresma é um tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, e dura cinco semanas.
Neste período não se diz o “Aleluia”, nem se colocam flores na Igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor (Glória), pois é um tempo de sacrifício e penitência, onde buscamos a misericórdia de Deus, e não um momento de louvor.
A Quaresma inicia-se na quarta-feira de Cinzas, vai até a Missa da Ceia do Senhor, onde Jesus instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio e dá um exemplo maravilhoso de humildade ao lavar os pés dos discípulos.

Tempo da Páscoa

O Tríduo Pascal começa com a Missa da Santa Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa. Neste dia é celebrada a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Na Sexta-Feira Santa celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. É o único dia do ano que não tem missa, acontece apenas uma Celebração da Palavra chamada de “Ação ou Ato Litúrgico” No Sábado Santo acontece a solene Vigília pascal. Forma-se, então, o Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-Feira, Sexta-Feira e o Sábado Santo, que prepara o ponto máximo da Páscoa: o Domingo da Ressurreição.
A Festa da Páscoa ou da Ressurreição do Senhor, se estende por cinqüenta dias entre o domingo de Páscoa e o domingo de Pentecostes, quando comemoramos a volta de Cristo ao Pai e o envio do Espírito Santo. Estas sete semanas devem ser celebradas com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou, melhor ainda, como se fossem um grande domingo, vivendo uma espiritualidade de alegria no Cristo Ressuscitado e crendo firmemente na vida eterna.

Tempo Comum

Além dos tempos que têm características próprias, restam no ciclo anual trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos.
É um período sem grandes acontecimentos, mas que nos mostra que Deus se faz presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança acolhimento da Palavra de Deus. Este tempo é chamado de “Tempo Comum”, mas não tem nada de vazio. É o tempo da Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e no trabalho pelo Reino.
O Tempo Comum é dividido em duas partes: a primeira fica compreendida entre os tempos do Natal e da Quaresma, e é um momento de esperança e de escuta da Palavra onde devemos anunciar o Reino de Deus; a segunda parte fica entre os tempos da Páscoa e do Advento, e é o momento do cristão colocar em prática a vivência do reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou como o mesmo Jesus disse, ser sal da terra e luz do mundo.
Transferência para os domingo
A Igreja transfere para os domingo do Tempo Comum celebrações que ocorrem num dia de semana. Para o bem pastoral dos fiéis, podem transferir-se para os domingos as celebrações que são de especial devoção dos fiéis, contanto que estas celebrações, na tabela dos dias litúrgicos, tenham precedência sobre os domingos.
O Ano Litúrgico na História
No início todo domingo era dia de Páscoa. No Século I a Páscoa começa a ser celebrada anualmente. No Século IV, além da Vigília Pascal, é celebrado o Tríduo do Senhor Crucificado, Sepultado e Ressuscitado. O jejum de dois dias (Século III) passa a ser de uma semana, e depois, de 40 dias. Tempo de preparação dos catecúmenos para o batismo. Tempo de reconciliação e penitência. Disso restou o costume da imposição de cinzas na quarta-feira em que inicia a Quaresma.
Foram apresentadas as comemorações da Ascensão e de Pentecostes. Estava formado o Ciclo Pascal. Nessa época é definido no ocidente o dia do Natal. Essa data foi tomada de empréstimo da Festa do Sol, uma festa pagã. Os cristãos viam em Jesus o verdadeiro Sol de Justiça. Estava se formando o Ciclo de Natal. Estes dois ciclos festivos são as colunas mestras do Ano Litúrgico.
Na Idade Média são introduzidas as seguintes festas dogmáticas: Santíssima Trindade (1000), Corpus Christi (1246), Sagrado Coração de Jesus (1756) e Cristo Rei (1925). Além disso, Maria e os santos também têm seu lugar na Liturgia. Desde muito cedo os cristãos veneravam aqueles que pelo martírio haviam se tornado testemunhas de Cristo. Desde o Século II São Policarpo de Esmirna já era venerado na Liturgia. Depois vieram os Apóstolos e todos os que haviam sido perseguidos por causa do nome de Jesus.
Enfim, o centro e a fonte de todo o Ano Litúrgico é o Mistério Pascal de Jesus Cristo.
Cálculo do atual ano litúrgico
O Ano Litúrgico passa por três ciclos, também chamado de anos A, B, C. A cada ano tem uma seqüência de leituras próprias, ou seja, leituras para o ano A, ano B e para o ano C. Para saber de que ciclo é um determinado ano, parte-se deste princípio: o ano que é múltiplo de 3 é do ciclo C. Para saber se um número é múltiplo de 3, basta somar todos os algarismos, e se o resultado for múltiplo de 3, o número também o é.
Exemplo:
1998 é 1+9+9+8 = 27 (é múltiplo de três) logo é ano C
1999 é 1 + 9 + 9 + 9 = 28 (27+1) = ano A
2000 é 2+0+0+0 = 2 = ano B
2001 é 2+0+0+1 = 3 = ano C
2002 é 2+0+0+2 = 4 (3+1) = Ano A
....
2008 é 2+0+0+8 = 10 (9+1) = Ano A
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Fontes Consultadas:
Página Oriente.  Ano Eclesiástico.
Missionários do Sagrado Coração. Liturgia. Ano Litúrgico.
Almanaque Pridie Kalendas. Festas Móveis.
Wikipédia. Ano Litúrgico.

 
Entendendo o ANO LITÚRGICO – A, B e C.

A Igreja estabeleceu, para o Rito romano, uma seqüência de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, nos domingos e nas solenidades.

As leituras desses dias são divididas em ano A, B e C.
* ano A, lêem-se as leituras do Evangelho de São Mateus;
* ano B, o de São Marcos;
* ano C, o de São Lucas.

Já o Evangelho de São João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente as grandes Festas e Solenidades.

Nos dias da semana do Tempo Comum, há leituras diferentes para os anos pares e para os anos ímpares, tirando o Evangelho, que se repete de ano a ano. Deste modo, os católicos, de três em três anos, se acompanharem a liturgia diária, terão lido quase toda a Bíblia.